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A imprudência no trânsito

Gilnei Castro Müller

É alarmante em nosso país o número de acidentes no trânsito, que ocorrem diariamente, e a grande maioria deles é causada pela imprudência de alguém. Em conseqüência desses acidentes muitas vidas são ceifadas prematuramente, e muitas pessoas ficam com marcas permanentes ou até alguma deficiência física para o resto de suas vidas.

Alguma coisa precisa ser feita pelas autoridades de trânsito competentes para modificar esta triste situação, principalmente pela intensificação de campanhas de orientação, usando os principais meios de comunicação disponíveis. Porém estas orientações precisam ser direcionadas para todas as pessoas que transitam pelas ruas e rodovias diariamente, tem que alcançar tanto os condutores de veículos automotores como os ciclistas e pedestres.

Para ilustrar citamos alguns atos de imprudência que são observados diariamente: pedestres que atravessam as ruas sem olhar para os lados, ciclistas que andam lado a lado invadindo as pistas centrais das ruas e rodovias, motociclistas que fazem ultrapassagens arriscadas e trafegam praticamente colados ao veículo de sua frente, alguns condutores de veículos que não respeitam sinais de trânsito e nem faixas para pedestres, outros condutores que ligam aparelhos de som a todo volume e saem cortando a frente de todos só para mostrarem que tem uma "máquina potente", outros que atendem o seu celular bem tranqüilos somente com uma mão no volante.

Esta desgraça e quase calamidade do trânsito pode ser modificada, se cada pessoa envolvida com o problema passe a se preocupar em respeitar as normas existentes e o próprio semelhante e adotar como norma de conduta permanente, a "prudência" em cada passo de suas vidas.

Deste modo, acredita-se que se todas as pessoas que saírem a rua diariamente se preocuparem realmente com a sua segurança e com a "prudência" que deverá ser adotada em todos os seus atos e ações, certamente com esta preocupação permanente o número de acidentes e as conseqüentes perdas de preciosas vidas humanas se reduzirão consideravelmente.

Julho de 2006

 

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